Vários destinos permitem ao estudante estrangeiro trabalhar durante os estudos, desde que a carga horária não interfira no desempenho do aluno.

Em alguns países, o intercambista pode trabalhar até 20 horas semanais, durante o período do visto de estudante. Essas horas de trabalho são o suficiente para se manter no país e se você for econômico e organizado, ainda, consegue fazer algumas viagens.

Quais os tipos de trabalho para estudantes?

  •         Aupair/ Minderchildren (Babá)
  •         Cleaner (Faxineiro)
  •         Glasser (Serviços gerais em boate)
  •         Kitchen Porter  (Auxiliar de cozinha)
  •         Labourer (Ajudante de obra/Pintor/Pedreiro)
  •         Waiter/Waitress (Garçom/Garçonete)

 

Destinos que permitem trabalhar durante os estudos de línguas

Se o seu objetivo é aprender uma nova língua, então são seis os países que permitem ao estudante de inglês ou espanhol  trabalhar durante os estudos. Cada país tem a sua regra, mas para ter o visto de trabalho é preciso adquirir um curso com duração superior a três meses.

 

Austrália

Na Austrália é permitido que alunos matriculados em cursos com mais de 14 semanas de duração possam trabalhar. O visto de estudante, permite que a pessoa trabalhe até 40 horas por quinzena durante o período de estudos, e durante as férias do curso, o estudante pode trabalhar em período integral.

 

Espanha

O Estudante que deseja aprender espanhol e trabalhar, durante os estudos, deve adquirir um  curso com mais de seis meses de duração, que possibilita visto de trabalho de até 20h semanais. O Governo Espanhol autoriza o estudante a trabalhar desde que ele não dependa do salário para se sustentar no país.

 

Irlanda

Cursos com duração de seis meses permitem que o estudante trabalhar até 20h semanais ou 40h semanais em alguns períodos específicos do ano (durante os meses de férias: junho, julho, agosto e setembro, e de 15 de dezembro a 15 de janeiro). Na Irlanda, o salário mínimo é de 9,75 euros a hora. Em geral, os pagamentos são realizados semanalmente.

Malta

Recentemente, o Ministério Maltês anunciou as novas regras para o visto de intercâmbio e voltou a permitir que estudantes não europeus possam trabalhar enquanto aprendem inglês. Os estudantes podem exercer atividade remunerada por até 20 horas semanais, após três meses de estudo, e estender o período de estudos e trabalho por até um ano após a sua entrada em Malta.

 

Nova Zelândia

Assim como Austrália e Irlanda, a Nova Zelândia conta com uma política bem amigável de trabalho para estrangeiros estudantes no país. A permissão de trabalho é dada a quem está matriculado em curso de línguas ou profissionalizante com duração superior a 14 semanas. Nas férias acadêmicas é permitido trabalhar em tempo integral.

É possível encontrar opções de emprego em todas as áreas e o salário mínimo também paga bem: entre 15 e 25 dólares a hora.

 

Dubai

A cidade dos Emirados Árabes é a grande novidade no mundo do intercâmbio. Por se tratar de uma cidade onde 85% dos moradores são estrangeiros, a língua mais falada é o inglês. Por isso, é possível estudar em inglês em Dubai, já que as escolas oferecem cursos de 15 horas semanais e os professores são nativos da língua inglesa.

O grande diferencial deste destino são as horas de trabalho permitidas para estudante de intercâmbio de línguas. Estudantes matriculados em um curso de inglês com duração superior há três meses podem trabalhar full-time, ou seja período integral. A permissão de trabalho para o intercambista é a  partir da oitava semana de estudos.

 

Destinos que oferecem visto de trabalho somente para curso superior

Se você já fala o inglês ou outro idioma fluente e deseja se profissionalizar, os países da América do Norte e da Europa podem ser uma boa opção para você. A maioria dos países da Europa oferecem programas de estudo e trabalho para estudantes de segundo grau. Veja abaixo alguns dos principais países e suas regras.

 

Canadá 

Universitários e estudantes inscritos em cursos acadêmicos, com duração superior a seis meses, podem trabalhar 20h semanais e em tempo integral durante as férias. Alunos matriculados nos cursos de idiomas ou em outros cursos com duração inferior a seis meses não podem trabalhar.

 

Estados Unidos da América

No primeiro ano dos estudos, estudantes universitários em tempo integral (18h semanais) podem trabalhar apenas nas dependências da Universidade (livrarias ou cafés, por exemplo). Após esse período, estão autorizados a procurar emprego fora do campus, desde que o trabalho esteja relacionado aos seus estudos.

 

Inglaterra

Estudantes universitários podem trabalhar até 20 horas por semana durante o período letivo e full time durante as férias. Para estudar e trabalhar na Inglaterra é preciso ser portador do visto Tier 4, visto para estudantes que vão permanecer mais de seis meses no país.

 

Portugal

Portugal está entre os destinos mais fáceis para quem quer se matricular em um curso superior. Pela facilidade da língua, é comum que brasileiros escolham esse destino para se especializarem. O estudante que optar por Portugal para estudar, deve solicitar o visto de estudos e residência enquanto ainda estiver no Brasil.

O estudante Brasileiro tem direito a trabalhar durante os estudos, porém, vai precisar de uma autorização do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteira), órgão responsável pelos imigrantes no país europeu. Para conseguir a permissão de trabalho, é necessário comprovar que o horário de trabalho não interfere na carga horária do seu curso.

 

Alemanha

O ensino superior, de maneira geral, é gratuito para estrangeiros. O estudante brasileiro precisa de visto ou de uma autorização de residência para estudar na Alemanha. Para solicitar o visto de estudante é preciso ser aceito em alguma instituição do país e apresentar todos os documentos que comprovem a razão da viagem.

Os universitários que escolheram a Alemanha como destino podem trabalhar em tempo integral durante 120 dias do ano ou meio período por 240 dias. Os alunos do curso do idioma alemão podem trabalhar somente durante o período de férias.

 

Itália

Estudantes com curso de duração superior a seis meses tem permissão de trabalhar 20 horas semanais durante os estudos e 40 horas por semana nas férias. Para que o intercambista tenha o visto de trabalho, é preciso pedir autorização ao governo Italiano, tendo a oferta de emprego em mãos. Porém, devido à burocracia do local, esse processo pode demorar um pouco.

 

Você já está pronto para começar a planejar seu intercâmbio e buscar seu primeiro emprego lá fora? Então é hora de começar a se preparar! O primeiro passo é descobrir quais são os documentos necessários para viajar para fora do país!

Boa viagem! 😉